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Lula critica a reforma trabalhista ao lado de Alckmin e sindicalistas

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Lula em encontro com sindicalistas nesta quinta-feira (14)
Reprodução/Facebook – 14.04.2022

Lula em encontro com sindicalistas nesta quinta-feira (14)

Ao receber o apoio das principais centrais sindicais do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (14) a reforma trabalhista implantada pelo governo do presidente Michel Temer. Também se comprometeu, caso eleito, a retomar a política de aumento real do salário mínimo.

Ao lado de Geraldo Alckmin (PSB), que na quarta-feira (13) teve a sua indicação para vice da chapa aprovada pelo diretório nacional do PT , Lula se referiu ao impeachment da sua sucessora, Dilma Rousseff, como “golpe”.

Em 2016, Alckmin resistiu inicialmente a apoiar o impeachment, mas depois, assim como o PSDB, seu partido na época, se engajou no movimento pelo afastamento de Dilma.

Ao comentar a reforma trabalhista nesta quinta-feira, Lula afirmou. “Não teve reforma nenhuma. Desmontaram os direitos trabalhistas”.

Na quarta-feira, ao aprovar a carta programa da federação que formará com o PCdoB e com o PV,  o PT alterou um trecho do texto que falava em “revisão” da reforma trabalhista para um que cita “revogação”. O texto ainda terá que ser aprovado pelos demais partidos.

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Lula, porém, disse que não haverá uma “volta ao que era antes”. “Nós não queremos o que era antes, queremos melhorar as coisas”. Segundo Lula, a reforma trabalhista fez parte de um projeto implantado após o PT ser afastado do poder. “Tivemos um golpe no nosso país”.

O ex-presidente ainda disse que a sua prisão pela operação Lava-Jato também fez parte do “golpe”. O ex-presidente se comprometeu a retomar a política de reajuste do salário mínimo do seu governo.

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“Nós vamos reajustar o salário mínimo todos os anos de acordo com o PIB e com a reposição da inflação”, disse, mencionando uma nova reforma tributária. “Quem quer ganhar mais vai ter que pagar mais”.

Alckmin foi chamado ao microfone junto com Lula. O indicado para vice do petista criticou o presidente Jair Bolsonaro e disse que o governo tem “ódio à democracia” e “admiração pela tortura”. Falou ainda que o país vive um momento de “desemprego e estômago vazio”. Por fim, o ex-tucano elogiou o seu companheiro de chapa. “A luta sindical deu ao Brasil o maior líder popular deste país: Lula”.

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Entre os presentes, o único vaiado foi o presidente do Solidariedade, o deputado Paulinho da Força (SP). Ao ser citado pelos sindicalistas, Paulinho foi chamado de “golpista” por parte da plateia por ter apoiado do impeachment de Dilma.

Estavam presentes no encontro com Lula e Alckmin os dirigentes de todas as centrais sindicais, com exceção da CSB, que é presidida por Antonio Neto, aliado de Ciro Gomes (PDT).

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Pablo Marçal pede para eleitores buscarem opção “fora da polaridade”

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O candidato à presidência da República pelo Pros, Pablo Marçal, pediu hoje (19) aos eleitores que procurem se informar sobre candidatos “fora da polaridade” política que, segundo ele, o país enfrenta. Marçal destacou que suas propostas tornarão o país mais desenvolvido e tecnológico.

“Vamos espalhar nossas mensagens pelas ruas do país, pois os brasileiros precisam saber que há opção fora dessa polaridade”, disse. “Quem quiser trocar ideia comigo, olhar para um Brasil que será mais desenvolvido e tecnológico, venha me encontrar nas ruas de São Paulo”, acrescentou. 

O candidato vai realizar amanhã um “adesivaço” nas ruas próximas a sede de sua empresa, no bairro de Alphaville, em Barueri (SP), na Grande São Paulo.

Na manhã de hoje, Marçal deu entrevista para Rádio Metrópole FM, de Salvador; para o portal Isso é Agro, de Barueri; e para o portal Foco Nacional. Ele almoçou com lideranças e apoiadores e, à tarde, gravou vídeos para campanha.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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