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Regional de Peixoto de Azevedo, Guarantã, Matupá e outras têm queda nos homicídios, roubos e furtos

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O comandante do 15° Comando Regional da Polícia Militar, tenente-coronel James Jacio Ferreira apresentou, esta manhã, os indicadores criminais de 2021, quando houve queda nos roubos, furtos e homicídios, em comparação a 2020. Estão englobados os municípios de Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Matupá, Marcelândia, Terra Nova do Norte, Nova Guarita, Nova Santa Helena, Novo Mundo, Itaúba, e o distrito de União do Norte.

Em relação aos homicídios, foram 38 em 2021 e 39 no ano anterior, diminuição de 3%. Já para os furtos, a queda foi de 1%, com 856 ano passado e 867 em 2020. A baixa mais significativa foi nos roubos, com 150 em 2021 e 214 em 2020, variação de 30%.

Já em comparação aos índices de 2018, antes da gestão do atual comando, as variações são ainda maiores, uma vez que foram 424 roubos (queda de 65%), 1.484 furtos (diminuição de 42%), e 41 homicídios (variação de 7%).

Ainda consta nos dados que em 2021 foram realizadas 48 grandes operações na regional, ou seja, cerca de quatro a cada mês, com registro de 213 boletins de ocorrência com natureza de tráfico ou associação ao tráfico de drogas, resultando na apreensão de 77 quilos de entorpecentes.

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“A maioria das apreensões é proveniente da identificação e fechamento de bocas de fumo ou do tráfico que chamamos de ‘formiguinha’, que é caracterizado pelas pequenas porções de drogas encontradas com os traficantes”, destacou o comandante regional.

Além disso, foram apreendidas 114 armas de fogo, cerca de uma a cada três dias  e mais de nove mensalmente. Os dados foram extraídos do Sistema de Registro de Ocorrências Policiais (SROP). Este é o terceiro ano consecutivo com redução nos indicadores

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Max comemora construção de 1,4 mil casas populares em MT

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Parlamentar criticou duramente o projeto federal aprovado que permite aos bancos e instituições financeiras a penhora, em qualquer situação na qual o imóvel seja dado como garantia

Defensor das políticas públicas voltadas para a moradia, o deputado Max Russi (PSB) criticou o projeto que permite único imóvel  da família como garantia de dívidas, aprovado nesta semana na Câmara Federal. Na mesma manifestação de uma moção de desagrado, durante sessão plenária de quarta-feira (8), o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) comemorou o anúncio da autorização para a retomada das obras do Residencial Carvalho I, II e III, de Barra do Garças, paralisadas desde 2014.

O parlamentar não concorda com o que foi justificado no Projeto de Lei (PL) 4188/2021, que cria um novo marco de garantias no país e acredita que, caso passe pelo Senado Federal e seja sancionado pela Presidência da República, pode encerrar o sonho de muitas famílias de baixa renda.

Russi avalia que a Câmara Federal teve um “mal posicionamento” quanto à pauta, apresentada pela Executivo em novembro passado, e não crê na queda das taxas ou facilidade de financiamento, com o chamado ‘marco legal das garantias de empréstimos’.

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“Eu acho um retrocesso. Sabemos o que é, para muitos mato-grossenses, ter condições de realizar o sonho da casa própria. Agora, vem o Congresso dar aos bancos o poder de tomar aquilo, que muitas vezes, é o único imóvel da família. Eu acho que a Câmara se posicionou muito mal nisso, o meu partido encaminhou voto contrário, mas teve essa aprovação. Isso comigo não cola”, reforçou o deputado.

No total foram 260 votos favoráveis e 11 contrários ao PL, que altera a Lei 8.009/1990 e cria um serviço de gestão de garantias, por meio das instituições gestoras de garantia (IGGs), a serem regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O texto segue para o Senado Federal.

Residencial Carvalho

Na contramão ao Congresso, Mato Grosso comemora a retomada das obras do Residencial Carvalho I, II e III, em Barra do Garças. A autorização já foi assinada pelo governador Mauro Mendes (União), nesta quinta-feira (9). Este feito é uma articulação de anos do deputado Max Russi. “Serão mais de 1,4 mil famílias realizando o sonho da casa própria”, comemorou.

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No uso da tribuna, Max também lembrou das constantes tratativas, até mesmo durante a gestão do ex-prefeito Roberto Farias, para que os trabalhos de construção das casas populares fossem retomados junto à Superintendência da Caixa Econômica Federal. Assunto que continuou sendo tratado no início da atual gestão, do prefeito Adilson Reis (PSD).

Os conjuntos fazem parte do Programa Minha Casa Minha Vida, com investimento de R$ 81,8 milhões, sendo R$ 25,6 milhões no Carvalho I, R$ 28,5 milhões no Carvalho II e R$ 27,7 milhões no Carvalho III.

 

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